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	<title>Sardella Consultoria em Saúde</title>
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	<description>Tabagismo</description>
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		<title>Tabagismo pode levar a transtornos psiquiátricos</title>
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		<pubDate>Wed, 15 Apr 2009 01:09:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Samara Dairel Ribeiro</dc:creator>
				<category><![CDATA[Tabagismo]]></category>

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		<description><![CDATA[A exposição precoce à nicotina pode modificar o funcionamento cerebral de jovens e favorecer o aparecimento de transtornos psiquiátricos na vida adulta &#8211;como a depressão e a ansiedade&#8211;, sugerem estudos clínicos e populacionais.
Um dos maiores trabalhos sobre o tema foi publicado em janeiro na revista científica &#8220;Addiction&#8221;, a mais renomada na área de dependência química. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A exposição precoce à nicotina pode modificar o funcionamento cerebral de jovens e favorecer o aparecimento de transtornos psiquiátricos na vida adulta &#8211;como a depressão e a ansiedade&#8211;, sugerem estudos clínicos e populacionais.<br />
Um dos maiores trabalhos sobre o tema foi publicado em janeiro na revista científica &#8220;Addiction&#8221;, a mais renomada na área de dependência química. Pesquisadores da Universidade de Oslo (Noruega) acompanharam 1.501 jovens &#8211;entre 13 e 27 anos&#8211; durante 13 anos.<br />
Darren Staples/Reuters</p>
<p>Jovem fuma cigarro em cidade na Inglaterra; tabagismo pode levar a transtornos psiquiátricos quando iniciado já na adolescência</p>
<p>A conclusão foi que aqueles que começaram a fumar precocemente tiveram mais chances de desenvolver depressão, transtornos da ansiedade e pensamentos suicidas em relação aos não fumantes. O assunto será um dos destaques de uma conferência internacional sobre tabagismo, que acontece em abril em Dublin (Irlanda).<br />
A nicotina é um estimulante do sistema nervoso central. Como a adolescência é uma fase em que os neurônios não estão totalmente formados, a exposição precoce à substância deixaria uma &#8220;marca&#8221; no cérebro.<br />
&#8220;Se aprendemos inglês ou a andar de bicicleta na infância ou na adolescência, não esquecemos mais. Isso só é possível porque o cérebro está em formação. A nicotina deixa uma marca mnêmica. Isso aumenta a predisposição à dependência e a outros transtornos que têm como causa um desequilíbrio da neurotransmissão cerebral&#8221;, explica a médica Analice Gigliotti, presidente da Associação Brasileira para Estudos do Álcool e outras Drogas.<br />
Gigliotti e outros especialistas em tabagismo avaliam que, diante dessa conclusão, deverá ocorrer uma mudança na forma de avaliar e de tratar o fumante, especialmente o jovem.<br />
&#8220;Estamos diante de um novo paradigma da medicina em relação à nicotina. A gente imaginava que o doente psiquiátrico procurava o tabagismo para aliviar seus sintomas psíquicos. Agora, postula-se o contrário. O fato dele ter sido exposto ao cigarro na adolescência pode ter levado ao transtorno psiquiátrico&#8221;, afirma a cardiologista Jaqueline Issa, do InCor (Instituto do Coração).<br />
Para Gigliotti, a criação de políticas de prevenção ao tabagismo &#8220;mataria vários coelhos numa mesma cajadada&#8221;. &#8220;A dependência de nicotina é uma doença do cérebro, assim como a dependência a drogas e outras doenças mentais. Evitando-a, preveniríamos doenças mentais, dependências de drogas e morte precoce dos adolescentes e dos fumantes passivos.&#8221;<br />
Exposição precoce<br />
No Brasil, pesquisas mostram que 90% dos fumantes adquirem o vício antes dos 18 anos. &#8220;Quanto mais jovem você se expõe ao cigarro, mais cedo vai alavancar esses possíveis transtornos mentais&#8221;, alerta Jaqueline Issa.<br />
Segundo o psiquiatra Sergio Nicastri, pesquisador do Grea (grupo de estudos e álcool e drogas), há evidências de que o uso de nicotina interfira nos sistemas neuroquímicos (neurorreguladores como acetilcolina, dopamina e norepinefrina), que, por sua vez, afetam circuitos neurais, associados à regulação de humor.<br />
Ele afirma que as perturbações psiquiátricas mais frequentemente relacionadas ao tabagismo são depressão, esquizofrenia e transtornos de ansiedade e de humor.<br />
Vários estudos já demonstraram que a incidência de doenças mentais é maior entre os fumantes do que no restante da população. Nos EUA, por exemplo, o índice de tabagismo na população em geral é de 12%. Entre os doentes psiquiátricos, chega a 70%. No Brasil não há esse levantamento.<br />
Esquizofrenia<br />
Na literatura médica, existem vários estudos demonstrando uma maior prevalência de tabagismo entre os portadores de esquizofrenia &#8211;em relação à população em geral e também em comparação a outros doentes psiquiátricos. Nos EUA, cerca de 80% dos esquizofrênicos fumam.<br />
Um trabalho recente, com 668 pacientes, revelou que o tabagismo pesado (consumo de um ou mais maços de cigarros) durante a adolescência é associado a um risco maior para o aparecimento de transtorno de pânico, agorafobia e ansiedade generalizada na vida adulta.<br />
Há uma outra linha de estudos que tenta vincular a dependência aos genes. Um deles, da Universidade de Utah (EUA), analisou amostras de DNA de 2.827 fumantes e concluiu que mutações genéticas podem estar relacionadas ao tabagismo.<br />
Os fumantes que começaram a fumar antes dos 17 anos possuíam uma cópia duplicada do gene que interage com a nicotina no cérebro. Com isso, eles tinham até cinco vezes mais chances de se tornarem dependentes do cigarro durante a vida adulta, segundo a pesquisa.</p>
<p>CLÁUDIA COLLUCCI<br />
da Folha de S.Paulo</p>
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		<title>Lula: Gol Contra na Luta Contra o Tabaco</title>
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		<pubDate>Mon, 15 Sep 2008 12:24:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Samara Dairel Ribeiro</dc:creator>
				<category><![CDATA[Tabagismo]]></category>

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		<description><![CDATA[   Lamentável sob todos os aspectos o fato de o presidente Lula defender o fumo em todo e qualquer lugar. Nunca antes nesse país um presidente perdeu tanto os sentidos essenciais a quem foi delegado, pelo voto, o destino da administração da &#8220;coisa pública&#8221;, das res-publica como diria Platão, mas que anda na contramão da [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; mso-layout-grid-align: none;"><span style="font-size: 8pt; color: #000000; font-family: Verdana; mso-bidi-font-family: Verdana;">   Lamentável sob todos os aspectos o fato de o presidente Lula defender o fumo em todo e qualquer lugar. Nunca antes nesse país </span><span style="font-size: 8pt; color: #000000; font-family: Verdana; mso-bidi-font-family: Verdana;">um presidente perdeu tanto os sentidos essenciais a quem foi delegado, pelo voto, o destino da administração da &#8220;coisa pública&#8221;, </span><span style="font-size: 8pt; color: #000000; font-family: Verdana; mso-bidi-font-family: Verdana;">das res-publica como diria Platão, mas que anda na contramão da história, na res-privada, como neste posicionamento eivado de </span><span style="font-size: 8pt; color: #000000; font-family: Verdana; mso-bidi-font-family: Verdana;">retórica típica do autoritarismo latino ou do coronelismo ainda vigente oriundo dos antigos mandatários.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; mso-layout-grid-align: none;"><span style="font-size: 8pt; color: #000000; font-family: Verdana; mso-bidi-font-family: Verdana;">   Esta fala se soma a outras colecionadas nestes seis anos de governo, carregadas de personalismo, egocentrismo, de prepotência, </span><span style="font-size: 8pt; color: #000000; font-family: Verdana; mso-bidi-font-family: Verdana;">arrogância e despreparo para administrar o que é de &#8220;interesse público&#8221;, portanto, de todos.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; mso-layout-grid-align: none;"><span style="font-size: 8pt; color: #000000; font-family: Verdana; mso-bidi-font-family: Verdana;">Um governo que se caracteriza por não ver, por não saber quem mandou escutar e, agora não &#8220;sente&#8221; a fumaça do tabaco, </span><span style="font-size: 8pt; color: #000000; font-family: Verdana; mso-bidi-font-family: Verdana;">certamente não irá considerar os prejuízos para a saúde pública, pois, radicalizou em um projeto de defesa dos interesses </span><span style="font-size: 8pt; color: #000000; font-family: Verdana; mso-bidi-font-family: Verdana;">econômicos das grandes corporações e, a indústria do tabaco não foge à regra.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; mso-layout-grid-align: none;"><span style="font-size: 8pt; color: #000000; font-family: Verdana; mso-bidi-font-family: Verdana;">   Será preciso ressuscitar a famosa ópera-rock do &#8220;The Who&#8221; &#8211; Tommy &#8211; com o ouça-me, toque-me, sinta-me, para que o </span><span style="font-size: 8pt; color: #000000; font-family: Verdana; mso-bidi-font-family: Verdana;">presidente que se orgulha de suas origens, reconheça (ou seja, assessorado a tal) que o tabaco está matando exatamente </span><span style="font-size: 8pt; color: #000000; font-family: Verdana; mso-bidi-font-family: Verdana;">aqueles mais desprovidos de recursos? Aqueles que ele imagina estar defendendo os direitos? São milhares deles corintianos &#8211; </span><span style="font-size: 8pt; color: #000000; font-family: Verdana; mso-bidi-font-family: Verdana;">como o presidente &#8211; flamenguistas, atleticanos, gremistas etc. e fumam. E, em fumando, tornam vítimas seus filhos, seu </span><span style="font-size: 8pt; color: #000000; font-family: Verdana; mso-bidi-font-family: Verdana;">cônjuge, seus colegas de trabalho.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; mso-layout-grid-align: none;"><span style="font-size: 8pt; color: #000000; font-family: Verdana; mso-bidi-font-family: Verdana;">   Se a lógica do presidente &#8211; na minha sala sou eu que mando &#8211; for assimilada pelos fumantes (felizmente uma grande parte hoje </span><span style="font-size: 8pt; color: #000000; font-family: Verdana; mso-bidi-font-family: Verdana;">está mais consciente dos danos do tabaco), ele estará dando um cheque em branco para que qualquer cidadão, </span><span style="font-size: 8pt; color: #000000; font-family: Verdana; mso-bidi-font-family: Verdana;">independentemente do posto que ocupe, possa argumentar que afinal &#8220;se o próprio presidente se arroga o direito de fumar sua </span><span style="font-size: 8pt; color: #000000; font-family: Verdana; mso-bidi-font-family: Verdana;">cigarrilha em seu local de trabalho&#8221;, como serei impedido de fazê-lo?</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; mso-layout-grid-align: none;"><span style="font-size: 8pt; color: #000000; font-family: Verdana; mso-bidi-font-family: Verdana;">   Assim, uma vez mais, para manter o seu vício, um governante atropela a ciência, rasga a Convenção Quadro de Controle do </span><span style="font-size: 8pt; color: #000000; font-family: Verdana; mso-bidi-font-family: Verdana;">Tabaco que o Congresso a duras penas ratificou e ele próprio assinou; o desejo de ampla maioria (88% da população é a favor </span><span style="font-size: 8pt; color: #000000; font-family: Verdana; mso-bidi-font-family: Verdana;">do banimento do tabaco nos ambientes fechados) dos eleitores; joga a culpa no indivíduo &#8220;só fuma quem é viciado&#8221;, e defende </span><span style="font-size: 8pt; color: #000000; font-family: Verdana; mso-bidi-font-family: Verdana;">&#8220;o fumo em qualquer lugar&#8221;.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; mso-layout-grid-align: none;"><span style="font-size: 8pt; color: #000000; font-family: Verdana; mso-bidi-font-family: Verdana;">   Além de suas próprias e malfadadas convicções, certamente interesses econômicos poderosos estarão por trás de sua postura &#8211; </span><span style="font-size: 8pt; color: #000000; font-family: Verdana; mso-bidi-font-family: Verdana;">um retrocesso na história de lutas da sociedade e do estado brasileiro contra o tabaco, e uma nódoa em sua biografia tão </span><span style="font-size: 8pt; color: #000000; font-family: Verdana; mso-bidi-font-family: Verdana;">enaltecida.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; mso-layout-grid-align: none;"><span style="font-size: 8pt; color: #000000; font-family: Verdana; mso-bidi-font-family: Verdana;">   Cadê a defesa intransigente dos direitos dos trabalhadores, dos excluídos, dos oprimidos, dos doentes e incapacitados? Como </span><span style="font-size: 8pt; color: #000000; font-family: Verdana; mso-bidi-font-family: Verdana;">pode um presidente com a assessoria de pessoas do quilate do Ministro da Saúde ainda ignorar (será que não está vendo de </span><span style="font-size: 8pt; color: #000000; font-family: Verdana; mso-bidi-font-family: Verdana;">novo) que morrem 24 pessoas pelo tabagismo ativo no país a cada hora e que outras seis sucumbam pelo tabagismo passivo &#8211; </span><span style="font-size: 8pt; color: #000000; font-family: Verdana; mso-bidi-font-family: Verdana;">seja na sala do presidente, na repartição pública ou privada, na casa do cidadão. A loquacidade das palavras e a retórica do </span><span style="font-size: 8pt; color: #000000; font-family: Verdana; mso-bidi-font-family: Verdana;">discurso não escondem mais do que a opção pelo econômico em detrimento do social. Esta trágica mudança entre o que se </span><span style="font-size: 8pt; color: #000000; font-family: Verdana; mso-bidi-font-family: Verdana;">prometia e o que se faz com a &#8220;coisa de interesse público&#8221;.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; mso-layout-grid-align: none;"><span style="font-size: 8pt; color: #000000; font-family: Verdana; mso-bidi-font-family: Verdana;">   O presidente &#8211; de todos os brasileiros, da minoria de fumantes ativos como ele e para a maioria de fumantes passivos &#8211; precisa </span><span style="font-size: 8pt; color: #000000; font-family: Verdana; mso-bidi-font-family: Verdana;">de tratamento do tabagismo. Fumar não combina com a postura de estadista que é modelo de comportamento &#8211; urge, oferecer </span><span style="font-size: 8pt; color: #000000; font-family: Verdana; mso-bidi-font-family: Verdana;">apoio para que possa sair deste estágio pré-contemplativo e motivar-se a dar, pelo menos, um exemplo, especialmente para as </span><span style="font-size: 8pt; color: #000000; font-family: Verdana; mso-bidi-font-family: Verdana;">pessoas mais humildes que representam o grande universo de fumantes em países como o nosso, a partir de seu gabinete para </span><span style="font-size: 8pt; color: #000000; font-family: Verdana; mso-bidi-font-family: Verdana;">que não se fume próximo a outras pessoas.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; mso-layout-grid-align: none;"><span style="font-size: 8pt; color: #000000; font-family: Verdana; mso-bidi-font-family: Verdana;">   À postura de contramão do presidente, em sentido diametralmente oposto, vem um posicionamento firme e responsável do </span><span style="font-size: 8pt; color: #000000; font-family: Verdana; mso-bidi-font-family: Verdana;">governador de São Paulo, José Serra, de proibir o fumo em qualquer ambiente fechado, público ou privado.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; mso-layout-grid-align: none;"><span style="font-size: 8pt; color: #000000; font-family: Verdana; mso-bidi-font-family: Verdana;">   Em se tratando da analogia com o meio futebolístico, o presidente literalmente pisou na bola e fez um gol contra. Mas como o </span><span style="font-size: 8pt; color: #000000; font-family: Verdana; mso-bidi-font-family: Verdana;">jogo está em andamento, ainda há tempo para recuperar e mudar de estratégia, francamente se continuar jogando assim, na </span><span style="font-size: 8pt; color: #000000; font-family: Verdana; mso-bidi-font-family: Verdana;">retranca, irá levar outros gols, do infarto, do derrame, do câncer de pulmão, do enfisema, das aposentadorias e pensões </span><span style="font-size: 8pt; color: #000000; font-family: Verdana; mso-bidi-font-family: Verdana;">precoces. Haja pré-sal para dar conta de tanto rombo na &#8220;defesa tão vulnerável do time da saúde&#8221;, que de tanto ser vazado, </span><span style="font-size: 8pt; color: #000000; font-family: Verdana; mso-bidi-font-family: Verdana;">acabará se transformando no &#8220;time da doença&#8221;.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; mso-layout-grid-align: none;"><span style="font-size: 8pt; color: #000000; font-family: Verdana; mso-bidi-font-family: Verdana;">   Talvez, em linguagem futebolística, alguém comprometido com o destino da saúde de milhões de brasileiros, possa ter uma </span><span style="font-size: 8pt; color: #000000; font-family: Verdana; mso-bidi-font-family: Verdana;">conversa franca, amistosa, empática e acolhedora com o &#8220;paciente presidente&#8221; para que ele faça um gesto nobre &#8211; ainda que siga </span><span style="font-size: 8pt; color: #000000; font-family: Verdana; mso-bidi-font-family: Verdana;">fumando &#8211; e admita que fumar não é bom para ele, para sua esposa, sua secretária e assessores e que este gesto de humildade </span><span style="font-size: 8pt; color: #000000; font-family: Verdana; mso-bidi-font-family: Verdana;">&#8220;nunca antes visto na história deste país&#8221; possa ser multiplicado em todos os gabinetes dos três poderes da república, em todos </span><span style="font-size: 8pt; color: #000000; font-family: Verdana; mso-bidi-font-family: Verdana;">os restaurantes e hotéis, em todas as escolas e hospitais, em todas as empresas públicas e privadas, em todas as casas.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; mso-layout-grid-align: none;"><em><span style="font-size: 8pt; color: #000000; font-family: Verdana; mso-bidi-font-family: Verdana;">   Quem sabe faz a hora, não espera acontecer </span></em><span style="font-size: 8pt; color: #000000; font-family: Verdana; mso-bidi-font-family: Verdana;">(G. Vandré). Contra o fumo em todos os gabinetes, fumar faz mal ao presidente e a </span><span style="font-size: 8pt; color: #000000; font-family: Verdana; mso-bidi-font-family: Verdana;">você que respira a fumaça em qualquer ambiente fechado.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; mso-layout-grid-align: none;"> </p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; mso-layout-grid-align: none;"> </p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; mso-layout-grid-align: none;"><strong><em><span style="font-size: 8pt; color: #000000; font-family: Verdana; mso-bidi-font-family: Verdana;">Médico Pneumologista, Sanitarista e do Trabalho, da Aliança de Controle do Tabagismo, e Diretor do Núcleo de </span></em></strong><strong><em><span style="font-size: 8pt; color: #000000; font-family: Verdana; mso-bidi-font-family: Verdana;">Estudos e Tratamento do Tabagismo – UFRJ</span></em></strong></p>
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		<title>Mudanças</title>
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		<pubDate>Tue, 26 Aug 2008 17:09:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Sardella Consultoria</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos Diversos]]></category>

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		<description><![CDATA[Terça-feira, aquele dia tão esperado&#8230; meu autor preferido na área de psiquiatria social iria ministrar um semestre inteiro de aulas para os residentes de psiquiatria. Estava no meu primeiro ano, e me preparei exaustivamente lendo os seus primeiros escritos na tentativa de entender sua linha de raciocínio. Iniciou falando de temas da atualidade e que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p align="justify">Terça-feira, aquele dia tão esperado&#8230; meu autor preferido na área de psiquiatria social iria ministrar um semestre inteiro de aulas para os residentes de psiquiatria. Estava no meu primeiro ano, e me preparei exaustivamente lendo os seus primeiros escritos na tentativa de entender sua linha de raciocínio. Iniciou falando de temas da atualidade e que de certa forma iam para outro lado daquilo que eu havia estudado. Incomodado, na primeira ocasião que tive, questionei o que ele falava com o que estava escrito em seus primeiros trabalhos. Lembro-me perfeitamente de sua voz calma e educada ao me responder:</p>
<p align="justify"> &#8220;Meu caro jovem&#8230; estes são escritos de 15 anos atrás e foram muito importantes para o início do meu modo de pensar, porém adquiri ao longo destes anos, muitas outras informações que me fizeram redimensionar alguns destes dogmas e assumir outras variantes de pensamento. Possivelmente daqui a quinze anos pensarei de forma mais abrangente do que penso hoje e algumas questões que me pareciam verdadeiras vão adquirir outras verdades. E sinceramente espero por isso&#8230; não quero ser o detentor da verdade absoluta, pois ela não existe&#8230; existem verdades (no plural) e vários ângulos interessantes de ver um mesmo assunto. Começamos aqui nossa primeira lição: ouçam o que eu falo apenas como uma maneira de ver as coisas, segundo a minha ótica. Existem várias e com certeza, a maneira de ver de cada um de vocês residentes dará uma nova forma a minha verdade, acrescentando a vivência particular e a pluralidade, características básicas do ser humano&#8221;.</p>
<p align="justify">Desde então venho tentando exercer este ensinamento e prestando atenção em meus professores. Sim&#8230; e por que não?</p>
<p align="justify">A condição eterna de ser estudante me deixa muito feliz.</p>
<p align="justify">Quando entro em uma livraria, o cheiro de letras recém reunidas ou de velhas uniões me deixa rejuvenescido. Aquele professor que me ensina a pensar é o meu preferido!</p>
<p align="justify">Se verifico em meus paciente a possibilidade de mudança de alguns comportamentos ditos &#8220;verdadeiros&#8221;, verifico a possibilidade de equilíbrio.</p>
<p align="justify">Tenho comigo que o bom terapeuta na maioria das vezes é aquele que não atrapalha um processo saudável de mudança. É como um companheiro de caminhada que amplia as possibilidades de trajeto. Não sendo necessariamente um amigo, mas alguém em quem possa obter uma análise diversificada daquilo que se deseja obter.</p>
<p align="justify">Preocupo-me com os detentores da verdade: escrita ou simplesmente reproduzida sem nenhuma noção de contemporaneidade. Às vezes replicamos coisas sem ter nenhuma noção daquilo que dizemos. Falamos porque ouvimos falar, achamos porque outros acham&#8230; sentimos preguiça de exercer nosso poder de elaboração e escolha. Preguiça nesta área é um passo para ser manipulado.</p>
<p align="justify">&#8220;Ah&#8230; desculpe-me eu não sabia.&#8221; Frase muito usada denotando falta de pensar sobre os diversos ângulos do caso em questão ou de pensar segundo padrões antigos sem atualização de dados. Pessoas erguem bandeiras baseando-se em pensamentos de milhares de anos atrás, não levando em consideração a evolução da ciência ou da capacidade de mutação do ser humano. Séculos de história que são de suma importância para o entendimento são soterrados numa interpretação rasa dos fatos, totalmente parcial quanto a uma hipótese já previamente elaborada. Temos que ter convicções, mas temos também que estar abertos a mudanças.</p>
<p align="justify">Não queira ser um humano pronto, finalizado.</p>
<p align="justify">Que chato não ter nada a aprender por já saber tudo!</p>
<p align="justify">&nbsp;</p>
<p align="justify">Ser sempre um estudante na sala de aula da vida tendo na lancheira: pão com recheio de doce de abóbora para o horário de recreio. Bom ano letivo!</p>
<p align="justify">&nbsp;</p>
<p align="justify">&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Fumantes Custam R$338 Milhões ao SUS</title>
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		<pubDate>Thu, 20 Mar 2008 15:02:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Sardella Consultoria</dc:creator>
				<category><![CDATA[Tabagismo]]></category>

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		<description><![CDATA[Quase 8% dos gastos do sistema vão para doenças ligadas ao cigarro.
O cigarro provoca um prejuízo anual para o sistema público de saúde de pelo menos R$ 338 milhões, o equivalente a 7,7% do custo de todas as internações e quimioterapias no País. O cálculo, feito pela primeira vez no Brasil, considerou o gasto com [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p align="justify">Quase 8% dos gastos do sistema vão para doenças ligadas ao cigarro.</p>
<p align="justify">O cigarro provoca um prejuízo anual para o sistema público de saúde de pelo menos R$ 338 milhões, o equivalente a 7,7% do custo de todas as internações e quimioterapias no País. O cálculo, feito pela primeira vez no Brasil, considerou o gasto com hospitalizações e terapias quimioterápicas em pacientes de 35 anos ou mais, vítimas de 32 doenças comprovadamente associadas ao tabagismo no ano de 2005. Estima-se que 22,4% da população brasileira fume.</p>
<p align="justify">&nbsp;</p>
<p align="justify">&#8220;São recursos significativos e, o mais importante, que poderiam ser poupados&#8221;, observa a autora do trabalho, a economista da Fundação Oswaldo Cruz, Márcia Pinto. Para ela, o resultado da pesquisa deixa clara a necessidade de se adotar medidas rápidas para responsabilizar a indústria do tabaco pelo impacto econômico provocado no sistema de saúde público. &#8220;Além disso, as ações antitabagistas devem ser intensificadas&#8221;, avalia. Entre elas, Márcia enumera o aumento do preço do cigarro brasileiro, o sexto mais barato do mundo.</p>
<p align="justify">&nbsp;</p>
<p align="justify">A pesquisadora não tem dúvida de que o impacto econômico do tabagismo no sistema de saúde é maior do que revela seu estudo. O trabalho analisou apenas parte dos custos: internação e quimioterapia. &#8220;Esse foi o ponto de partida, porque não havia nada similar no Brasil.&#8221; Ela espera que novos trabalhos agora sejam realizados para avaliar, por exemplo, gastos com medicamentos, cirurgias e o tratamento de pacientes vítimas de fumo passivo.<br />
ÍNDICE DE DOENÇAS
</p>
<p align="justify">&nbsp;</p>
<p align="justify">Para fazer o estudo, tema de sua tese de doutorado na Escola Nacional de Saúde Pública, Márcia desenvolveu um índice capaz de calcular o quanto uma doença pode ser atribuída ao tabagismo no Brasil. Ela destacou um grupo de 32 doenças (alguns tipos de câncer, problemas respiratórios e circulatórios) diretamente associadas ao tabaco e avaliou os custos com internação e tratamentos quimioterápicos pelo SUS.</p>
<p align="justify">&nbsp;</p>
<p align="justify">Numa outra etapa, estudou a trajetória de fumantes internados em dois centros de referência para tratamento de câncer e problemas cardíacos: o Instituto Nacional de Câncer (Inca) e o Instituto Nacional de Cardiologia (INC). Nesse estágio, ela calculou os custos do tratamento completo, do diagnóstico à alta ou morte do paciente.</p>
<p align="justify">&nbsp;</p>
<p align="justify">O estudo revelou, por exemplo, que a terapia de um paciente com câncer custa, em média, R$ 29 mil. O tratamento de câncer do esôfago, R$ 33,2 mil, e o de laringe, R$ 37,5 mil. Se todos os casos novos desses três tipos de câncer causados pelo cigarro procurarem o sistema público, o gasto calculado é de R$ 1,12 bilhão.<br />
PACIENTES CARDÍACOS
</p>
<p align="justify">&nbsp;</p>
<p align="justify">A mesma análise foi feita com pacientes cardíacos. Nas duas instituições, Márcia destacou apenas problemas que comprovadamente eram provocados pelo cigarro. No caso do INC, os dois grupos principais foram de isquemia crônica do coração &#8211; que custa, em média, R$ 29,7 mil &#8211; e com angina &#8211; cujo tratamento médio é de R$ 33,1 mil.</p>
<p align="justify">&nbsp;</p>
<p align="justify">&#8220;Todos os pacientes eram fumantes pesados, uma média diária alta de cigarros, durante vários anos&#8221;, observa Márcia. Ela lembra que boa parte dos pacientes chegava ao serviços já em estado avançado da doença. &#8220;Muitas vezes, as medidas adotadas eram apenas paliativas, não havia esperança de cura para o paciente&#8221;, completou. &#8220;É um gasto necessário, mas sem retorno.&#8221;<br />
4 anos sem cigarro geram investimento de R$ 9 mil Depois de um final de semana em que fumou seis maços de cigarro, o bancário Mário Raia decidiu que nunca mais daria uma só tragada. E lá se vão quatro anos longe do vício. Nesse período, não apenas se livrou do cigarro e melhorou a saúde, como reverteu tudo o que gastava para sustentar o vício em benefício próprio. Cálculo feito, decidiu investir os R$ 190 que despendia com 40 maços de cigarro da marca Charm por mês em um fundo de investimentos. Hoje, essa aplicação soma cerca de R$ 9 mil, dinheiro que seria gasto às custas de sua saúde. &#8220;Essa era uma quantia que eu investia todos os meses em pacotes de cigarros e agora vai me dar uma viagem de ida e volta para a Europa.&#8221;<br />
VÍCIO
</p>
<p align="justify">&nbsp;</p>
<p align="justify">O bancário provavelmente deixará de entrar na conta dos custos gerados para o tratamento de doenças relacionadas ao tabaco. A decisão de parar de fumar não foi tão sofrida para ele, mas, para a maioria das pessoas, não é tão simples. Pesquisa feita em 15 países com 3.760 fumantes mostra que para 70% deles lagar o cigarro é uma tarefa quase impossível. Outros 56% dizem que deixar o tabagismo é a missão mais difícil que já enfrentaram na vida.</p>
<p align="justify">&nbsp;</p>
<p align="justify">A cardiologista Jaqueline Issa, do Instituto do Coração (Incor), conhece de perto esse tipo de dependência, classificada como doença pela Organização Mundial da Saúde (OMS). Desde 1996, a médica coordena o Ambulatório de Tratamento do Tabagismo no hospital. Por ali passam pacientes com pelo menos dois diagnósticos. &#8220;São pessoas com problemas cardíacos e renais que precisam parar de fumar.&#8221;</p>
<p align="justify">&nbsp;</p>
<p align="justify">Ela revela um dado alarmante sobre os pacientes que passam pelo Incor: &#8220;90% dos homens que enfartam na faixa dos 40 anos são fumantes. Entre as mulheres, esse índice sobe para 95%.&#8221;<br />
Preço baixo do maço ameaça combate ao tabagismo
</p>
<p align="justify">&nbsp;</p>
<p align="justify">- Ocultar texto das mensagens anteriores -<br />
Custo caiu 20% para combater o contrabando de cigarros, mas o consumo aumentou
</p>
<p align="justify">&nbsp;</p>
<p align="justify">A política de preços do cigarro no Brasil transformou-se em uma ameaça à política antitabagista, afirma o economista Roberto Iglesias, professor da PUC do Rio de Janeiro. Ao longo dos últimos anos, o preço caiu e o poder aquisitivo, cresceu. &#8220;Uma combinação explosiva com resultados óbvios: aumento do consumo&#8221;, diz.</p>
<p align="justify">&nbsp;</p>
<p align="justify">Estudo feito por Iglesias para a Aliança do Controle de Tabagismo mostra que o preço do cigarro brasileiro caiu 20% entre 1993 e julho de 2007. Essa queda foi reflexo da redução do imposto cobrado por cigarros, a partir de 1999. &#8220;Numa época de ajuste fiscal, o imposto caiu&#8221;, observa. Na época, o governo explicou que a mudança tinha como objetivo reduzir o contrabando. &#8220;Números mostram, no entanto, que essa estratégia foi totalmente incorreta.&#8221;</p>
<p align="justify">&nbsp;</p>
<p align="justify">Iglesias fez uma comparação do preço do cigarro e o tamanho do contrabando. &#8220;O preço do cigarro caiu de forma drástica, mas trouxe um resultado muito pouco significativo para a redução do contrabando&#8221;, avalia. Hoje, maços contrabandeados respondem por 26% do mercado total. O mercado legal no Brasil comercializa 114 bilhões de unidades ao ano.</p>
<p align="justify">&nbsp;</p>
<p align="justify">Para ele, a experiência dos últimos anos mostra que a justificativa hoje usada pela equipe do governo para limitar o aumento do preço do cigarro está equivocada. &#8220;O contrabando está vinculado com fiscalização. A redução de preços apenas ajudou a aumentar o consumo.&#8221; Ele lembra que o contrabando de cigarros no Brasil cresceu de forma explosiva nos anos 90, pouco depois de a indústria de cigarros no País exportar para o Paraguai cerca de 30 bilhões de maços por ano &#8211; quase 10 vezes o consumo daquele país.</p>
<p align="justify">&nbsp;</p>
<p align="justify">Como na época não eram cobrados impostos, o preço do cigarro chegava ao Paraguai muito baixo. E, pouco depois, retornava ao Brasil, com preços maiores, mas ainda assim, significativamente mais vantajosos do que os vendidos no mercado formal. Isso perdurou por seis anos. Até que, em 1998, o governo criou um imposto de 150% sobre a importação.</p>
<p align="justify">&nbsp;</p>
<p align="justify">Para conter o descontentamento da indústria, logo em seguida houve uma redução do imposto cobrado pelo cigarro. &#8220;Empresas que pagavam aproximadamente 42% passaram a desembolsar entre 25% e 20% do preço final do maço.&#8221; Apolítica de preços de cigarros no Brasil beira o ridículo, afirma a consultora da Organização Mundial de Saúde (OMS), Vera da Costa e Silva. A especialista, que já esteve à frente do programa para combate ao tabaco da OMS, avalia que o País precisa retomar o dinamismo que o tornou mundialmente conhecido nesta área no passado. &#8220;Está na hora de o Brasil dar uma guinada nesse processo, aprovar rapidamente a lei que proíbe fumódromos, garantir à Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) mecanismos para fiscalizar e punir quem descumprir a lei. E, principalmente, aumentar o preço dos cigarros no País&#8221;, afirma.</p>
<p align="justify">Estado de São Paulo<br />
17-MAR-08</p>
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		<title>Meditação Transcendental</title>
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		<pubDate>Tue, 29 Jan 2008 20:02:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Sardella Consultoria</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos Diversos]]></category>

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		<description><![CDATA[Meditar é uma excelente forma de se livrar de tensões e traumas. Desde que começou a praticar meditação transcendental, há quatro anos, João sente que mudou sua maneira de encarar a vida. &#8220;Estou mais tranqüilo&#8221;, diz ele. Mas seu caminho até ela foi longo. Desde 1988, quando descobriu que era portador do HIV, João tem [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p align="justify">Meditar é uma excelente forma de se livrar de tensões e traumas. Desde que começou a praticar meditação transcendental, há quatro anos, João sente que mudou sua maneira de encarar a vida. &#8220;Estou mais tranqüilo&#8221;, diz ele. Mas seu caminho até ela foi longo. Desde 1988, quando descobriu que era portador do HIV, João tem procurado formas para se sentir melhor. &#8220;Fiz acompanhamento psicológico durante um tempo e comecei a freqüentar um grupo de pessoas soropositivas. Mas não me adaptei ao grupo, talvez pelo fato de estar tudo muito recente na minha cabeça&#8221;, conta ele. Atualmente, João freqüenta as reuniões organizadas por Charlotte Kikoler. Charlotte é professora de meditação transcendental e há 14 anos recebe em sua casa pessoas que convivem com o vírus da Aids. Além de um delicioso jantar, muita conversa e troca de experiências, seus convidados meditam em conjunto. Para João tem sido muito gratificante fazer parte desse grupo. &#8220;A gente conhece pessoas, faz amizades e tem a Charlotte, que é uma mãezona&#8221;, diz ele.<br />
A meditação praticada em grupo é só uma amostra do que a meditação transcendental é capaz de proporcionar.<br />
&#8220;A meditação é uma poderosa forma de exercitar nossa mente para a felicidade. Quem medita aprende a colocar as mágoas para fora e se abrir para novas oportunidades&#8221;, ensina Charlotte. Trabalhando há 18 anos com pessoas soropositivas, Charlotte diz que a tranqüilidade e a clareza mental que a meditação traz ajuda muito àqueles que não aceitam o fato de serem portadores do HIV. Para alcançar todos os benefícios que a meditação traz, ela deve fazer parte da sua rotina. O ideal é praticá-la duas vezes ao dia. Pela manhã você se abastece de energia e à noite repõe a energia gasta. Mas se não for possível meditar diariamente, não tem problema. Medite sempre que puder. João medita quase todos os dias. &#8220;Posso meditar em diversos lugares. Até no ônibus, durante um engarrafamento&#8221;, diz ele. Charlotte concorda: &#8220;A meditação é portátil. É só sentar no chão, na cadeira, em cima da cama ou onde você estiver confortável e fechar os olhos. A igreja é um excelente lugar, por causa do silêncio e do respeito&#8221;.<br />
Para se iniciar na meditação transcendental, são necessários, em média, cinco encontros com um instrutor. Segundo Charlotte, desse modo, ele pode conhecer seus sentimentos, sua conduta de vida e suas expectativas. Durante esses encontros você aprende técnicas de respiração e recebe seu mantra, que é um som que deve ser repetido mentalmente. &#8220;Quando estou meditando, os pensamentos vem e vão e eu deixo fluir&#8221;, diz João. A meditação é um mergulho profundo dentro da sua mente. Prepare-se. www.saberviver.org.br</p>
<p>Charlotte escreveu o prefácio da Edição Brasileira do <strong>livro: Meditação Transcendental &#8211; Descoberta da Energia Interior e </strong><strong>Domínio da Tensão</strong> (Original &#8211; TM: Discovering Inner And Over Comming Stress) de Harold H. Bloomfield, Michael Peter Cain e Dennis T. Jaffe. Tradutora: Sônia Coutinho. Editora: Nova Fronteira. Assuntos abordados na obra: Filosofia da Meditação, Efeitos Psicológicos da Meditação, Meditação e Psicoterapia e Filosofia da Consciência.</p>
<p>Veja o exemplo de um <u>Programa desenvolvido no Brasil (São Paulo), </u>entre outros países:</p>
<p><strong>Programa Meditação Transcendental &#8211; http://mt-morumbi.sites.uol.com </strong></p>
<p>Este Programa é cientificamente validado, recomendado pela Associação Americana do Coração nos EUA e praticado por mais de 800 executivos de várias empresas multinacionais em seus países de origem e por aproximadamente quatro milhões de pessoas no mundo inteiro (150 mil no Brasil).</p>
<p><strong>Apresentação</strong></p>
<p>A criatividade, a produtividade e a estabilidade emocional são a base para o progresso de qualquer natureza, mas, infelizmente, a rotina, responsabilidade e as exigências diárias geram stress, que bloqueiam a criatividade, o desempenho e a vitalidade dos indivíduos.<br />
Muitas empresas em todo o mundo vêm introduzindo a técnica da Meditação Transcendental como uma forma de aumentar o nível de produtividade (tanto quantidade como qualidade) e diminuir as despesas com cuidados com a saúde, bem como elevar o nível de satisfação de seus funcionários.</p>
<p><strong>Os benefícios mais freqüentemente reportados pelas empresas são:</strong></p>
<p>- melhor saúde física e mental do funcionário<br />
- maior produtividade<br />
- maior lucratividade<br />
- diminuição de faltas no trabalho<br />
- melhor harmonia no relacionamento interpessoal</p>
<p>&#8220;Empresários e executivos devem ter um meio para restaurar a harmonia entre mente e corpo, porque trabalham sob condições agressivas de competitividade. No ambiente de trabalho não se pode evitar o stress e, por isso, torna-se necessário neutralizá-lo após a atividade profissional. Com relação a isso, a Meditação Transcendental é uma técnica indispensável, já que ela permite que a mente se aquiete rápido e facilmente&#8221;. Itoh Hideo, M.D. &#8211; Médico</p>
<p><strong>O que é a Meditação Transcendental?</strong></p>
<p>A técnica da MT é um procedimento muito simples, natural e sem esforço, praticada duas vezes ao dia, de 15 a 20 minutos sentado confortavelmente e de olhos fechados. A MT permite que a mente se assente automaticamente alcançando um estado perfeitamente calmo, ordenado, integrado e alerta. Ao mesmo tempo o corpo desfruta de um repouso duas vezes mais profundo que o do sono. Durante a prática nossa mente consciente é levada a experimentar seu estado mais fundamental &#8211; o estado de menor excitação da consciência, a Consciência Transcendental.<br />
Experimentar a Consciência Transcendental significa desenvolver nosso potencial criativo latente enquanto que todo stress e cansaço acumulados são dissolvidos através do repouso profundo adquirido durante a prática.<br />
<strong>A técnica da MT é cientificamente validada, por esta razão ela não requer crenças específicas nem adoção de um estilo de </strong><strong>vida particular</strong>. A prática não envolve nenhum esforço ou concentração. É fácil de aprender e não requer nenhuma habilidade especial. Pessoas de todas as idades (a partir de quatro anos), de diferentes níveis educacionais, culturais e religiosos em mais de 160 países praticam regularmente a técnica e desfrutam da grande gama de seus benefícios.</p>
<p><strong>Benefícios Cientificamente Validados:</strong></p>
<p>Mais de 600 pesquisas científicas realizadas nos últimos 20 anos, feitas por institutos independentes, em 160 universidades, em 27 países, comprovaram os benefícios da Meditação Transcendental em diferentes áreas: mental, física, comportamental e ambiental. Alguns dos benefícios adquiridos pela prática regular da Meditação Transcendental:</p>
<p>1. proporciona repouso profundo &#8211; a base para a atividade dinâmica<br />
2. reduz fatores cardiovasculares de risco (hipertensão, uso de cigarro, nível de colesterol, obesidade,&#8230;)<br />
3. melhora desordens relacionadas ao stress, tais como insônia, enxaqueca, depressão, ansiedade, fadiga, asma bronquial<br />
4. desenvolve a inteligência, criatividade e melhora a clareza da percepção<br />
5. expande a consciência e a paz interior<br />
6. melhora a ordenação e sincronia cerebral<br />
7. aumento da felicidade interior, a qual está relacionada com mudanças na bioquímica interna</p>
<p>Na América do Norte um dos estudos mais notáveis foi publicado em Psychosomatic Medicine, em Outubro de 1987. Examinaram-se as estatísticas de uma empresa de assistência médica com mais de 600.000 pessoas, a Blue Cross nos Estados Unidos, durante um período de cinco anos &#8211; 1982 a 1987. O grupo que praticava Meditação Transcendental tinha 50% menos consultas a médicos e admissões em hospitais do que o grupo controle. Os praticantes da Meditação Transcendental também mostraram ter 87% menos doenças do coração, 55% menos tumores benignos e malignos e 87% menos desordens do sistema nervoso.<br />
Duas meta-análises recentes, combinando os resultados de centenas de estudos sobre técnicas de meditação e relaxamento acabaram por corroborar a unicidade da Meditação Transcendental. A primeira foi conduzida por um cientista de Stanford, Kenneth Eppley e aparece no Journal of Clinical Psychology em 1989. O artigo conclui que a Meditação Transcendental produz um efeito significativamente maior do que qualquer outra forma de meditação e relaxamento na redução da ansiedade.<br />
A segunda meta-análise, publicada em uma edição especial no Journal of Social Behaviour and Personality em março de 1990, indica que a Meditação Transcendental é a melhor técnica de meditação e relaxamento para avivar a positividade psicológica, ou seja, o grau no qual os potenciais internos da pessoa foram completamente realizados.<br />
Esses novos estudos contradizem a noção comum de que todas as técnicas de meditação e relaxamento são parecidas, diz Dr. Steele Belok da Escola de Medicina de Havard. É interessante notar que a técnica mais eficiente (a Meditação Transcendental) é também a mais antiga.<br />
Robert Schneider, médico e diretor do Centre for Health and Ageing Studies (Centro de Estudos da Saúde e Envelhecimento) em Fairfield, Iowa, EUA, disse: Descobertas sugerem que somos capazes de reduzir a arteriosclerose e retardar o processo de envelhecimento através da técnica da Meditação Transcendental, que possui efeito de equilíbrio no funcionamento neurofisiológico. Os resultados realçam a importância do desenvolvimento da consciência e sua influência benéfica sobre a fisiologia, como é o caso da redução do colesterol.<br />
O programa da Meditação Transcendental desperta um mecanismo inato que dá vida à inteligência interior do corpo, para que este se auto-repare prevenindo a doença e o envelhecimento.</p>
<p><strong>Os instrutores são formados pela Maharishi University of Management e Maharishi Vedic University</strong>, Valkenburg, Holanda e licenciados pela Sociedade Internacional de Meditação (entidade educacional sediada em Salvador &#8211; Bahia) para ministrar cursos em todo território nacional.</p>
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		<title>Generosidade</title>
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		<pubDate>Tue, 29 Jan 2008 19:57:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Sardella Consultoria</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos Diversos]]></category>

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		<description><![CDATA[Recentemente lendo um texto sobre Madre Tereza de Calcutá, esbarrei-me com uma de suas citações: &#8220;Por vezes sentimos que aquilo que fazemos não é senão uma gota de água no mar. Mas o mar seria menor se lhe faltasse uma gota&#8221;. Este mesmo texto dizia sobre seus questionamentos perante as dificuldades que observava e sobre [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p align="justify">Recentemente lendo um texto sobre Madre Tereza de Calcutá, esbarrei-me com uma de suas citações: &#8220;Por vezes sentimos que aquilo que fazemos não é senão uma gota de água no mar. Mas o mar seria menor se lhe faltasse uma gota&#8221;. Este mesmo texto dizia sobre seus questionamentos perante as dificuldades que observava e sobre a existência ou não Deus. Sabemos que nesta caminhada humana nos deparamos com a mesma dúvida. Isto em nada desvaloriza o trabalho desta missionária. Muito pelo contrário, enaltece sua fé.</p>
<p>Quando falamos de generosidade (virtude em que a pessoa acrescenta algo ao próximo, tendo o suficiente para dividir ou não), lembro-me de suas ações e de uma bela letra de Djavan &#8220;ter que ter, para dar&#8221;, e para não fugir à regra do saudoso Vinícius de Moraes &#8220;a vida só se dá a quem se deu&#8221;.</p>
<p>Às vezes, escuto que um pai foi generoso com o filho, ou um amigo foi generoso com o outro amigo, e fico pensando se isto é generosidade. Quando amamos verdadeiramente uma outra pessoa (paternalmente, fraternalmente), o que possuímos não se limita a nós mesmos, passa a ser automaticamente do outro.</p>
<p>Isto é ser generoso?</p>
<p>Em nossa sociedade em que o ter é valorizado muito mais que o ser, a &#8220;generosidade&#8221; vem travestida de grandes doações materiais, que ajudam com certeza, mas não nos eleva em direção ao outro.<br />
Lendo ainda neste mesmo texto, o quanto um chefe de governo foi generoso em doar latas de atum para um país que sofreu uma recente tragédia, observei que na lata estava estampado o rosto deste líder numa notória campanha de auto-projeção.</p>
<p>Isto é ser generoso?</p>
<p>Mantendo o ensinamento de que &#8220;o anonimato na ação caracteriza a bondade de coração&#8221;, velha frase que escutei desde criança de meu avô anarquista, indicando que quando somos verdadeiramente generosos nos aproximamos de nós mesmos, libertando-nos do nosso pequeno &#8220;eu&#8221;, sem necessidade de holofotes.</p>
<p>Meu avô foi generoso comigo em compartilhar seus ensinamentos!</p>
<p>Posso ser avaro, mesquinho, egoísta?<br />
Posso&#8230; e o somos todos nós, mas a generosidade nos faz atravessar a linha tênue que separa a baixeza da virtude humana.</p>
<p>André Comte-Sponville no Pequeno Tratado das Grandes Virtudes, fala sabiamente que &#8220;a generosidade, como todas as virtudes, é plural, tanto em seu conteúdo, como nos nomes que lhe prestamos ou que servem para designá-la.</p>
<p>Somada à coragem, pode ser heroísmo.<br />
Somada à justiça, faz-se equidade.<br />
Somada à compaixão, torna-se benevolência.<br />
Somada à misericórdia, vira indulgência.</p>
<p>Mas seu mais belo nome é seu segredo, que todos conhecem: somada à doçura, ela se chama bondade.&#8221;.<br />
Quando às vezes, nesta trajetória humana questiono ou não a existência de Deus, vejo na generosidade uma de suas mais notórias demonstrações de existência, pois ela nos aproxima um pouquinho do Deus que há em cada um de nós.</p>
<p>Sejamos generosos!</p>
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		<title>O Que Está na Moda?</title>
		<link>http://sardellaconsultoria.com.br/artigos-diversos/o-que-esta-na-moda/</link>
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		<pubDate>Tue, 29 Jan 2008 19:56:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Sardella Consultoria</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos Diversos]]></category>

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		<description><![CDATA[A moda contempla uma série de tendências, idéias e possibilidades e não uma regra que deve ser seguida sem avaliação crítica (autoconhecimento).
Então podemos dizer que a moda contempla auto-estima?
Com certeza, senão corremos o risco de nos vestirmos como um catálogo de loja, sem nenhuma personalidade. Quando penso em alguém bem vestido (a), imagino algo bem [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p align="justify">A moda contempla uma série de tendências, idéias e possibilidades e não uma regra que deve ser seguida sem avaliação crítica (autoconhecimento).<br />
Então podemos dizer que a moda contempla auto-estima?<br />
Com certeza, senão corremos o risco de nos vestirmos como um catálogo de loja, sem nenhuma personalidade. Quando penso em alguém bem vestido (a), imagino algo bem próximo do que possa representar esta pessoa nos diversos locais onde ela habita; casa, trabalho, laser, escola, festas&#8230;<br />
As mulheres compram mais?<br />
Diria que as mulheres são bombardeadas pela mídia com maior voracidade e ficam às vezes, a mercê de feitores &#8220;fashion&#8221; que tendem a colocar &#8220;o que pode e o que não pode&#8221;. Regras legais de combinação de cores, corte que melhor se adapta ao corpo, dicas de peças básicas são sempre bem-vindas, porém devem ser adaptadas ao jeito pessoal de cada um.<br />
Mas e a tal compulsão por compras?<br />
A compulsão pode estar associada a uma série de momentos em que a pessoa busca, na aquisição de um bem, a obtenção de prazer. Geralmente o prazer é fugaz e logo após o ato de comprar vem uma enorme frustração. Mas isto não é um privilégio do sexo feminino, homem também tem este hábito. Geralmente existe uma patologia de base associada à compulsão como ansiedade, depressão, transtorno obscessivo-compulsivo e felizmente, podem ser tratadas com medicamento e terapia.<br />
Todo mundo quer ficar próximo ao ideal de modelo?<br />
Já começa mal com a palavra modelo. Há muito de idealizado nisso. O cabelo da Gisele, o seio da Naomi, as pernas da Ana&#8230; São mulheres que aparecem nas fotos depois de horas de produção, que mantém suas formas com muita malhação e/ou muita privação. Às vezes nós nos esquecemos que elas têm necessidades como todos e com certeza, problemas bem semelhantes.<br />
O que é ser &#8220;chique&#8221;?<br />
Estar feliz, ter bom humor!<br />
O que acha da frase &#8220;menos é mais&#8221;?<br />
Depende do menos&#8230; se for para que nos possamos valorizar menos à marca, o quanto paga ou se pertence ou não a última coleção, significando mais personalidade e com certeza mais auto-estima, neste sentido é bem vinda à frase.<br />
Coco Chanel já dizia &#8220;olhe-se no espelho e tire alguma coisa antes de sair&#8221;.<br />
Mas e quando a roupa me faz sentir linda (o) e maravilhosa (o)?<br />
Esqueça tudo isto e coloque a roupa rapidamente, pois ter esta sensação vale por qualquer regra já pré-concebida!</p>
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		<title>Depressão Pós-Parto</title>
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		<pubDate>Tue, 29 Jan 2008 19:51:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Sardella Consultoria</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos Diversos]]></category>

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		<description><![CDATA[Imaginem como seria de um momento para o outro, sair da condição de filha para a de mãe, ver seu corpo se transformado abruptamente com a saída do bebê (auto-imagem corporal), lidar com alterações hormonais envolvidas com a retirada da placenta, equacionar sexualidade e condição materna, sem falar na quebra da idealização do bebê com [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p align="justify">Imaginem como seria de um momento para o outro, sair da condição de filha para a de mãe, ver seu corpo se transformado abruptamente com a saída do bebê (auto-imagem corporal), lidar com alterações hormonais envolvidas com a retirada da placenta, equacionar sexualidade e condição materna, sem falar na quebra da idealização do bebê com a vinda de uma pessoa que chora e demanda cuidados 24 horas por dia.<br />
Eu no mínimo ficaria confuso!<br />
Pois é isto que a mulher enfrenta no parto.</p>
<p>A tristeza materna também chamada de (baby blues) pode acometer até 80% das mulheres e se manifestar com humor depressivo, humor coerente com a imensidade de transformações bio-psico-sociais que ela enfrenta nesta fase. Insegurança, baixa auto-estima, irritabilidade, sensação de ser incapaz de cuidar do bebê pode estar presente e faz justiça a uma série de pressupostos idealizados em relação ao parto, que nada mais é do que o início de uma longa caminhada de cuidados, cujo principal elemento (o bebê) só vai reconhecê-los muitos anos depois ou pior, nem isso.</p>
<p>É um estado natural de adaptação a esta nova realidade.</p>
<p>A família (marido, mãe, pai, sogra, sogro) tem que apoiar esta mãe no sentido de não negar estas dificuldades, sabendo que aquelas mães que aparecem sorrindo o tempo todo na TV, mesmo com uma fissura no seio durante a amamentação, cabelo impecável, camisola bem passada e com um olhar de tranqüilidade fitando o futuro do bebê, é pura ficção!</p>
<p>Ser aceita em suas dificuldades encurta esta tristeza (que geralmente dura entre 4 a 5 semanas) e ajuda a retomar o equilíbrio da situação!</p>
<p>Diferentemente, a depressão pós-parto acomete entre 10% a 20% das mulheres.<br />
Os sintomas de alteração de humor podem também ter início na primeira semana, entretanto estão mais evidentes entre o terceiro e o quarto mês, podendo perdurar por até 2 anos.<br />
São mais graves: sensação de incapacidade em cuidar do bebê e/ou desinteresse por ele, irritabilidade, pensamentos suicidas, apatia, e em alguns casos pensamentos homicidas (de matar o bebê).</p>
<p>Há um grupo de mulheres que segundo os estudos, ficam mais expostas aos riscos: aquelas que apresentam sintomas de depressão antes ou durante a gestação, com antecedentes de transtorno de humor na família, que sofreram dificuldades na gestação, aquelas submetidas à cesariana, primeiro filho, mães solteiras, que perderam um filho anteriormente, que vivem em desarmonia conjugal, que se casaram em decorrência da gravidez, entre outros motivos.</p>
<p>Nestes casos o tratamento se faz com o uso de antidepressivos (muitos deles não atrapalham a amamentação e podem até ser usados nos dois últimos trimestres da gestação) e psicoterapia (acompanhamento com o psicólogo regularmente).</p>
<p>Lembrar: antidepressivos necessitam de tempo para começar a fazer efeito e mesmo após a melhora existe um protocolo de uso: 8 a 12 meses, variando para mais, dependendo de cada caso.</p>
<p>Depressão pós-parto não é fraqueza ou falta de fé, é doença e tem tratamento.</p>
<p>Ser mãe é lidar com algo novo sem manual de instrução e, na maioria das vezes, aprender com erros e acertos.</p>
<p>A criança precisa de uma mãe mais ou menos (nem perfeita, nem ausente).<br />
Isto é o suficiente para a criança na formação de sua personalidade.</p>
<p>Que você tenha uma boa hora!</p>
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		<title>A Mulher e o Estresse</title>
		<link>http://sardellaconsultoria.com.br/artigos-diversos/a-mulher-e-o-estresse/</link>
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		<pubDate>Tue, 29 Jan 2008 19:49:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Sardella Consultoria</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos Diversos]]></category>

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		<description><![CDATA[Continuando nossa conversa sobre atividade física em excesso, vamos falar nesta edição de um dos transtornos alimentares de maior gravidade em nosso meio: a anorexia nervosa.
Na anorexia não há uma verdadeira perda do apetite mas sim, uma recusa em se alimentar, associado a um temor intenso de ganhar peso. Para conseguir este intento os pacientes [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p align="justify">Continuando nossa conversa sobre atividade física em excesso, vamos falar nesta edição de um dos transtornos alimentares de maior gravidade em nosso meio: a anorexia nervosa.<br />
Na anorexia não há uma verdadeira perda do apetite mas sim, uma recusa em se alimentar, associado a um temor intenso de ganhar peso. Para conseguir este intento os pacientes podem recorrer à restrição alimentar, a indução do vômito, ao jejum, tomam diuréticos e usam laxantes. Existe uma alteração da percepção do próprio corpo: o (a) paciente se vê com excesso de peso &#8220;gordo&#8221;, independente das justificativas racionais que são colocadas: peso abaixo do normal para a idade/estatura, infecções de repetição devido à baixa da resistência imunológica pela restrição alimentar, parada da menstruação em mulheres numa tentativa do corpo estabelecer um padrão mínimo de segurança, entre outros sinais. A pessoa portadora não tem uma noção do que está acontecendo e acha seu comportamento frente à alimentação extremamente normal. Trabalham, estudam, mantém relações afetivas e quando questionadas sobre o peso sempre colocam &#8220;eu ainda tenho muito a perder, estou meio gordinha&#8221;.<br />
As mulheres são largamente mais acometidas pela anorexia, entre 90 e 95% dos casos. A faixa etária mais comum é a dos adultos jovens e adolescentes (dos 14 aos 18 anos) podendo atingir até a infância, o que é bem menos comum. Raro quando acontece após os 40 anos.<br />
Os motivos para a eclosão desta patologia se estabelecem na tríade bio-psico-social. A parte biológica é vista pela possível hereditariedade em vários casos. No que diz respeito ao psicológico: a constituição da auto-estima é fundamental. No anoréxico a auto-estima depende obsessivamente da forma e do peso corporal. A perda de peso é vista como uma grande conquista e como um sinal de disciplina pessoal, ao passo que o ganho de peso é percebido como um fracasso do autocontrole. No social a demanda por um corpo perfeito e os exemplos de uma sociedade que estabelece o culto da magreza como fonte de sucesso contribui de forma significativamente .<br />
Há alguns anos atrás a Associação de Pediatria Americana teve que intervir com a forma da boneca &#8220;Barbie&#8221;, referencia de elegância e beleza para várias gerações. Suas medidas estavam fora dos parâmetros humanos, portanto eram inalcançáveis. Recentemente algumas Agências de Modelo colocaram padrões mínimos de saúde quanto ao peso de suas contratadas, pois a estampa desnutrida e esquálida estava sendo alvo de desejo de várias mulheres.<br />
Quanto à atividade física, a preocupação com o ganho de peso leva o indivíduo a longas e extenuantes jornadas frente aos mais variados tipos de exercícios: caminhadas, bicicleta, musculação, dança&#8230; podendo levar a fraturas de estresse e ao agravamento da desnutrição.<br />
Dentre as patologias psiquiátricas a anorexia é uma das que mais mata. Morrem por inanição, suicídio ou desequilíbrio dos componentes sanguíneos.Sua evolução pode levar a um estado de desequilíbrio tamanho que a internação (em 10% dos casos) é necessária para manter a integridade física. A terapia individual e familiar, bem como o acompanhamento do nutrionista/endocrinologista e o uso de medicações adequadas constituem o tratamento.A evolução é longa, as recaídas são freqüentes e a observação permanecerá constante devido ao paciente não ter &#8220;insight&#8221; (não se reconhecer) como doente.<br />
Sabemos que trilhar o caminho do meio (o caminho do equilíbrio) não é fácil, mas é possível! Buscar a identidade de nosso corpo baseado em padrões pessoais e não em modelos pré-estabelecidos é o inicio deste equilíbrio.<br />
Meu avô dizia: &#8220;Saia da mesa com um pouquinho de fome, mas saiba apreciar um belo prato !&#8221;.<br />
Até mais.</p>
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		<title>Anorexia</title>
		<link>http://sardellaconsultoria.com.br/artigos-diversos/anorexia/</link>
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		<pubDate>Tue, 29 Jan 2008 19:45:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Sardella Consultoria</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos Diversos]]></category>

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Na anorexia não há uma verdadeira perda do apetite mas sim, uma recusa em se alimentar, associado a um temor intenso de ganhar peso. Para conseguir este intento os pacientes [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p align="justify">Continuando nossa conversa sobre atividade física em excesso, vamos falar nesta edição de um dos transtornos alimentares de maior gravidade em nosso meio: a anorexia nervosa.<br />
Na anorexia não há uma verdadeira perda do apetite mas sim, uma recusa em se alimentar, associado a um temor intenso de ganhar peso. Para conseguir este intento os pacientes podem recorrer à restrição alimentar, a indução do vômito, ao jejum, tomam diuréticos e usam laxantes. Existe uma alteração da percepção do próprio corpo: o (a) paciente se vê com excesso de peso &#8220;gordo&#8221;, independente das justificativas racionais que são colocadas: peso abaixo do normal para a idade/estatura, infecções de repetição devido à baixa da resistência imunológica pela restrição alimentar, parada da menstruação em mulheres numa tentativa do corpo estabelecer um padrão mínimo de segurança, entre outros sinais. A pessoa portadora não tem uma noção do que está acontecendo e acha seu comportamento frente à alimentação extremamente normal. Trabalham, estudam, mantém relações afetivas e quando questionadas sobre o peso sempre colocam &#8220;eu ainda tenho muito a perder, estou meio gordinha&#8221;.<br />
As mulheres são largamente mais acometidas pela anorexia, entre 90 e 95% dos casos. A faixa etária mais comum é a dos adultos jovens e adolescentes (dos 14 aos 18 anos) podendo atingir até a infância, o que é bem menos comum. Raro quando acontece após os 40 anos.<br />
Os motivos para a eclosão desta patologia se estabelecem na tríade bio-psico-social. A parte biológica é vista pela possível hereditariedade em vários casos. No que diz respeito ao psicológico: a constituição da auto-estima é fundamental. No anoréxico a auto-estima depende obsessivamente da forma e do peso corporal. A perda de peso é vista como uma grande conquista e como um sinal de disciplina pessoal, ao passo que o ganho de peso é percebido como um fracasso do autocontrole. No social a demanda por um corpo perfeito e os exemplos de uma sociedade que estabelece o culto da magreza como fonte de sucesso contribui de forma significativamente .<br />
Há alguns anos atrás a Associação de Pediatria Americana teve que intervir com a forma da boneca &#8220;Barbie&#8221;, referencia de elegância e beleza para várias gerações. Suas medidas estavam fora dos parâmetros humanos, portanto eram inalcançáveis. Recentemente algumas Agências de Modelo colocaram padrões mínimos de saúde quanto ao peso de suas contratadas, pois a estampa desnutrida e esquálida estava sendo alvo de desejo de várias mulheres.<br />
Quanto à atividade física, a preocupação com o ganho de peso leva o indivíduo a longas e extenuantes jornadas frente aos mais variados tipos de exercícios: caminhadas, bicicleta, musculação, dança&#8230; podendo levar a fraturas de estresse e ao agravamento da desnutrição.<br />
Dentre as patologias psiquiátricas a anorexia é uma das que mais mata. Morrem por inanição, suicídio ou desequilíbrio dos componentes sanguíneos.Sua evolução pode levar a um estado de desequilíbrio tamanho que a internação (em 10% dos casos) é necessária para manter a integridade física. A terapia individual e familiar, bem como o acompanhamento do nutrionista/endocrinologista e o uso de medicações adequadas constituem o tratamento.A evolução é longa, as recaídas são freqüentes e a observação permanecerá constante devido ao paciente não ter &#8220;insight&#8221; (não se reconhecer) como doente.<br />
Sabemos que trilhar o caminho do meio (o caminho do equilíbrio) não é fácil, mas é possível! Buscar a identidade de nosso corpo baseado em padrões pessoais e não em modelos pré-estabelecidos é o inicio deste equilíbrio.<br />
Meu avô dizia: &#8220;Saia da mesa com um pouquinho de fome, mas saiba apreciar um belo prato !&#8221;.<br />
Até mais.</p>
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